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O ciclismo e a Disfunção erétil

O ciclismo e a disfunção erétil… Cresce cada vez mais os adeptos do ciclismo como esporte número um, este que por sinal é uma excelente atividade física no combate ao sedentarismo e também sobrepeso. Porém, você sabia que a disfunção erétil pode estar ligada ao ciclismo? Isso mesmo, é o que revela diversos estudos recentes que associam essa prática, a dificuldade do homem em manter uma ereção ou até mesmo a irrigação sanguínea da mulher na região da vagina, entenda.
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O banco da bicicleta – mais conhecido como selim – fica responsável por sustentar até ¼ do peso do ciclista durante essa atividade. Um treino de alta intensidade faz com que o fluxo sanguíneo que vai para o pênis e para a bolsa escrotal diminua consideravelmente, devido a compressão provocada na região entre o ânus e o pênis. Essa compressão força os nervos, gerando leves lesões provocadas pelo ciclismo em longo prazo.
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Os estudos também mostraram que a quantidade de oxigênio que chega ao pênis pode diminuir em até 80% durante o ciclismo. Alguns fatores influenciam no agravamento do caso, como a regulagem incorreta do banco, tempo de treino e até mesmo peso do ciclista. Graças ao desenvolvimento destas pesquisas, novos modelos de bancos vêm chegando ao mercado com um design capaz de evitar agravamento ou surgimento da disfunção erétil. Os novos bancos são considerados ideais, principalmente para profissionais e competidores de alta performance. Em casos de dúvidas, consulte o seu médico.